
Ao delegado titular da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira Pinto, responsável pelo caso, Ronaldo disse que foi à boate 021, na Barra, comemorar a vitória do Flamengo sobre o Botafogo pela final do campeonato estadual do Rio. Ao sair da boate, Ronaldo contratou um travesti; André Luís Albertini, acreditando que fosse uma mulher. Segundo o site da Folha o delegado afirmou que o atacante buscava alguém fora de seu convívio social.
Segundo Carla Lima (28 anos) musicista, achou “ótimo, pois os artistas e celebridades descriminam e buscam os profissionais do sexo abusando dos mesmos”. Onde é necessário fomentar escândalos “pois as celebridades acham que sempre podem comprar o silencio!”.
Os dois foram para um motel no mesmo bairro, onde o travesti chamou outros dois colegas. No local,Ronaldo diz que dispensou o serviço dos três e pagou R$ 1.000 a cada um. Eles ainda teriam oferecido cocaína ao atacante para que ele relaxasse. Ronaldo, segundo sua versão, recusou e dois travestis foram embora, mas o terceiro, exigiu R$ 50 mil para não relatar o caso à imprensa, iniciando o bate-boca.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o jogador Ronaldo não negou que tenha feito programa com os travestis. Disse, porém, que não existe nenhuma queixa contra ele e que foi vítima de uma tentativa de extorsão. Outro travesti, Júnior Ribeiro da Silva, 25, conhecido como Carla, voltou à delegacia para depor, mas não falou com a imprensa.
Será que nossos escândalos cessarão ou o nosso fenômeno se enjoou das belas louras?




